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quinta-feira, 18 de março de 2010

Num Dia Igual aos Outros


Querido Umbigo:

Na realidade há pouco para dizer sobre este espectáculo: excelente texto, excelentes interpretações, excelente cenário, excelente encenação, excelente Vanessa.
Aboslutamente Maravilhoso.
No TNDM II até dia 18 de Abril. Não percam!!!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Maria Mata-os

Querido Umbigo:

Na quarta-feira fui à Revista... Mas em vez de ir ao Parque Mayer, rumei ao Maria Matos, para ver Maria Mata-os, pelos Primeiros Sintomas.

Ao princípio estava a achar a peça um bocadinho pretensiosa (muitas referências ao teatro e ao meio teatral em Portugal que um espectador menos assíduo podia não perceber) mas, este é um espectáculo dos Primeiros Sintomas que não são propriamente uma companhia light e essa é uma das razões porque são uma das minhas companhias preferidas.

Para além de excertos muito pequenos na Televisão nunca tinha visto uma Revista, e pela primeira vez arrependi-me porque houve sinais e linguagens que me falharam por desconhecimento do género, mas conheço o suficiente para saber que não faltou nada, os polícias meio tontos, as coristas, os comentários mordazes à sociedade em geral e à "sociedade do Teatro Português" em particular, os números musicais, os momentos completamente loucos sem ligação aparente a nada...

A Revista teve momentos geniais e momentos genialmente parvos, ou seja cumpriu a sua função de peça e de revista, e fez-me ir para casa a pensar, coisa que às vezes não me acontece com peças denominadas sérias...

A prestação de quase todos os actores foi excelente, adorei em especial a Sandra Faleiro, a Anabela Brígda e as figurações especiais dos ensaiadores (Bruno Bravo e Gonçalo Amorim). E foi com agradável surpresa e prazer que vi a Catarina em cena.

Gostei muito muito do quase final, onde acontece a desconstrução do jogo teatral e a passagem de personagem para actor e de actor para pessoa, o vazio que fica depois de retirado o cenário não é apenas um vazio físico, é um vazio que nos bate na alma, em especial aos actores.

E lá fui enganada, quando pensava que este era o momento final e sério do espectáculo, a tal reflexão a que a arte nos leva ou deve levar, somos confrontados com a cena final do espectáculo, um número de dança contemporâneo, com direito a anjos a desceram da teia e todo o elenco vestido de branco, numa coreografia que envergonhava a mais das arrojadas peças de dança contemporânea (entenda-se)...

Nota dez para os ambientes banda sonora da peça (by Sérgio Delgado).

Gostei muito, muito e ri-me muito, muito. E ainda tive direito a encontrar amigos e colegas de trabalho de longa data e que há muito que já não via.

Só me fez confusão como é que gastaram tanto dinheiro para uma peça que se apresentou 6 vezes e que morreu na quarta-feira.... mas isso são outras discussões.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"Conto de Natal" - Sessão Extra


Querido Umbigo:

Domingo esgotámos a sessão da manhã, por isso decidimos arriscar e abrir uma sessão extra às 16h.
Esperamos por vocês no sítio do costume.
Até lá...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Conto de Natal

Querido Umbigo:

Cá estou eu de volta ao Teatro, com um brilhozinho nos olhos.
Estreia dia 7 de Novembro no Teatro A Barraca no Largo de Santos em Lisboa, vamos estar em cena até dia 20 de Dezembro, aos sábados às15h30, e aos Domingos às 11h.
Durante a semana temos sessões para as Escolas, para mais informações: www.companhiadaesquina.com ou: 21 888 50 93/ 91 291 62 31.
E aqui fica a promo


sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Aos Peixes


Querido Umbigo:


Aos Peixes de José Maria Vieira Mendes a partir de Moby Dick de Herman Melville.
Estreia dia 28 de Abril no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém


Sinopse:
Aos peixes acompanha a viagem marítima de Ismael, o marinheiro que embarca na pesca da baleia como modo de “afugentar o tédio e normalizar a circulação”. Na solidão do azul, no silêncio do mastro, Ismael deixa-se levar pela ausência de tempo e de sequencialidade, e constrói uma narrativa fragmentária e permeável que lhe vai dando diversidade aos dias. Um texto a várias vozes, partes talvez de um mesmo discurso irregular, incompleto e contraditório. Escrito à maneira de um livro chamado Moby Dick.